Ataques a ônibus em São Paulo seguem
Reprodução/Band
Resumo da notícia
O funcionário público, Edson Aparecido Campolongo, confessou os ataques a ônibus em SP alegando estar revoltado com o país. Ele e seu irmão, Sérgio Aparecido, estão presos preventivamente. A polícia investiga a participação de Sérgio em pelo menos dois ataques.
Medidas de segurança são intensificadas pela Prefeitura de São Paulo, que planeja implantar 200 PMs à paisana dentro dos ônibus mais visados. A ação visa combater a violência relacionada a uma disputa entre empresas de transporte coletivo.
O prefeito Ricardo Nunes anuncia o plano de reforço na segurança do transporte público, ainda em fase de estudo das rotas mais críticas. A operação contará com policiais militares de folga trabalhando incógnitos para prender vândalos e garantir a segurança dos passageiros.
Este resumo foi gerado por inteligência artificial e cuidadosamente revisado por jornalistas antes de ser publicado.
A Prefeitura de São Paulo planeja pôr 200 PMs dentro dos ônibus da cidade para tentar pegar os vândalos que realizam ataques. Novas imagens mostram um dos suspeitos agindo – é um funcionário público, que já está preso junto com o irmão dele.
A principal linha de investigação é que os ataques tenham relação com uma disputa entre empresas que atuam no transporte coletivo urbano. Para tentar conter a escala de violência, a prefeitura de São Paulo anunciou uma nova medida.
O prefeito Ricardo Nunes disse que plenaja reforçar o combate a esse tipo de crime colocando policiais militares de folga e à paisana em linhas de ônibus e empresas mais visadas. As rotas ainda estão sendo estudadas e a previsão é que cerca de 200 PMs participem.
Ataques foram flagrados
Imagens exibidas pelo Jornal da Band mostram o homem jogando uma pedra em um veículo em Santo André, no ABC Paulista. Segundo a polícia, o autor é o funcionário público Edson Aparecido Campolongo, de 68 anos. Em outras imagens, ele também é flagrado antes e depois de ataques na mesma região.
Concursado há mais de 30 anos da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do estado, Edson atuava como motorista do chefe de gabinete da empresa. Ele é apontado pela polícia como autor de, pelo menos, 17 ataques a ônibus na grande São Paulo.
Nesta quarta-feira, a Justiça manteve a prisão preventiva. Na casa dele, os agentes apreenderam pedras, esferas de metal e um estilingue. Em depoimento, ele confessou os ataques e disse que estava revoltado com o país.
A polícia não acredita na versão apresentada pelo acusado. O conteúdo de mensagens no celular dele será analisado. O irmão dele, Sérgio Aparecido, teria participado em, pelo menos, dois ataques. Sérgio foi preso depois de se entregar à polícia.